
Publicações abordam gêneros diversos da literatura.
Em contraponto à urgência e velocidade que toma conta das redes sociais, vale a pena pausar o tempo e se aventurar na leitura destas obras que destacamos pra você, prezado leitor:
Com 17 anos de mercado e sede em São Gotardo, empresa implanta rede própria na cidade e dá passo decisivo para se consolidar entre as principais do setor na região
Levando-se em conta que o eleitorado total do município de São Gotardo é de 35.271 eleitores, cerca de 20% deles estão impedidos de votar nas próximas eleições, totalizando 6.633 eleitores.
Tem apelido que nasce de uma história, e tem história que nasce de um apelido. Na seção "Que apelido é esse?" desta edição, o Jornal Daqui apresenta Osvaldo Cruz de Paiva — que, para a cidade inteira, é simplesmente Cruz. Aos 73 anos, ele é o jardineiro dos canteiros centrais de São Gotardo e uma das figuras mais queridas da cidade.
Nascido em Tiros, Cruz chegou a São Gotardo com apenas 6 anos e aqui construiu uma história de muitas profissões: engraxate na rodoviária antiga, vendedor de areia, funcionário da fábrica de guaraná, operador de máquina de arroz. Mas foi na música e na jardinagem que ele marcou o nome na cidade — como maestro da banda e como o homem que cuida dos jardins da Praça São Sebastião.
O sobrenome virou apelido e, na prática, substituiu o nome de registro. "Em vez de falarem Osvaldo, eles falam Cruz. E eu fico satisfeito de me chamarem de Cruz, tudo está valendo", conta. E a história não para por aí: foram anos de trabalho, uma viagem inesquecível a Belo Horizonte para buscar o uniforme da banda e uma paixão que ele resume em uma frase: "São Gotardo é a nossa casa."
Confira a entrevista na íntegra e descubra como um sobrenome se transformou no apelido que identifica um dos personagens mais queridos da cidade.
Nascido em Tiros em 1953, Cruz chegou a São Gotardo com apenas 6 anos de idade. "São-gotardense com muito amor, porque aqui que me acolheu", diz. E foi na cidade que ele construiu uma história longa e cheia de ofícios: engraxate na rodoviária antiga, vendedor de areia, funcionário da fábrica Guaraná São Pedro - Sim, São Gotardo já teve indústria que fabricava guaraná, mas essa é outra história - , operador de máquina de limpar arroz e até trabalhador do caminhão do lixo.
Mas foi na música e na jardinagem que Cruz marcou o nome na cidade. Maestro por anos da Corporação Musical Santa Cecília — hoje renomeada Sargento Gabriel, em homenagem ao sargento que ensinava música —, ele assumiu a banda quando o mestre faleceu e a conduziu por um bom tempo, entre dobrados e músicas de igreja.
A jardinagem, sua grande paixão, começou com um empurrão do Seu Zé Moreira, ex prefeito de São Gotardo. "Ele falou: 'Ô Cruz, por que você não compra uma máquina de trabalho particular?' Foi ele que me deu o chute inicial", lembra. Desde então, Cruz nunca mais parou — e hoje cuida dos jardins da Praça São Sebastião.
Entre as tantas histórias, uma ele não esquece: o dia em que fez uma viagem a Belo Horizonte. Chamado pelo prefeito, foi buscar o uniforme da banda na capital, com direito a hotel pago e tudo combinado. "A maior coisa do mundo quando fui na capital", resume, entre o riso e a saudade.
Sobre o trabalho que o mantém ativo, Cruz é direto: "O mais importante é cuidar mesmo. Tem as podas, tem a irrigação. São Gotardo é a nossa casa. Eu não quero a minha casa mal arrumada, e o jardim da cidade é como o jardim da nossa casa, não é mesmo?.”
A ceramista Flávia Soares, natural de São Gotardo, lançou recentemente o livro "Corpo-pote". Um exemplar da obra, enviado especialmente pela artista, já está disponível na biblioteca municipal da cidade.
Em entrevista ao Jornal Daqui, a diretora Simone Silva Spirandelli detalha os diferenciais de metodologia, estrutura e gestão que levaram a instituição ao topo do desempenho municipal na prova de 2025. No ranking estadual, entra para o seleto grupo dos 5% melhores de Minas Gerais na redação.
Em entrevista exclusiva, a presidente da AMA, Associação Mundo Azul de Apoio e Proteção ao Autista de São Gotardo, Maria Rita Melo, detalha a luta para manter os atendimentos e a necessidade vital de uma parceria mais robusta entre o poder público e a entidade para assegurar a continuidade dos tratamentos.